Ontem em El Chalten contratamos um passeio para visitar o Glaciar
Viedma hoje de manhã.
A definição de glaciar é quando a neve acumulada se move. Não é água congelada, e sim neve compactada. Pegamos um barco e navegamos no lago de mesmo nome por cerca de 1 hora.
Atracamos em uma rocha ao lado da geleira e fizemos uma caminhada pelas pedras de 15 minutos até alcançarmos a geleira. Vento muito forte e frio. Nesse ponto, colocamos grampões nos nossos sapatos para caminhar no gelo com segurança.
Essa geleira, diferente do Perito Moreno, tem
muita rocha no meio. Não é totalmente branca. A sujeira vem de uma montanha no
meio da geleira. Ela tem o comprimento de 70km e está continuamente se
movendo em direção ao lago na velocidade de 1,5m por dia no meio e alguns
centímetros nas bordas. Esse movimento desigual faz a geleira rachar criando
inúmeras fendas, totalmente diferente do Perito Moreno, que é mais plana. É a
maior geleira da Argentina, três vezes maior que o Perito Moreno em comprimento. Em
1935, onde caminhamos, tinha 200 m a mais de altura. É um glaciar que não está
em equilíbrio, pois está derretendo na borda perto do lago mais do que
crescendo no topo. O passeio custou 1700 pesos por pessoa, cerca de US$ 130,00.
Para nós foi algo totalmente novo que valeu muito a pena.

O assunto do dia hoje foi o problema com o combustível. Estava faltando em El Chalten, mas como tínhamos o tanque cheio e 5 litros no tanque reserva, não nos preocupamos, pois daria para chegar em El Calafate. Na estrada encontramos 2 catarinenses sem combustível. Demos 2 litros para eles e continuamos a viagem. Quando saímos no hotel nos informaram que a situação crítica em El Calafate já tinha sido resolvida. Engano nosso. Quando chegamos, encontramos com dois motociclistas brasileiros que estavam na fila há mais de 3 horas e esperando o combustível que ainda iria chegar a partir das 19h, O combustível só chegou às 20:30 h e nem foi suficiente para abastecer todos os carros da fila que continuaram aguardando o próximo caminhão. A dica aqui é abastecer com o galão, pois com o galão não pega a fila de carro. Foi o que fizemos.
Tanque cheio e estamos prontos para o Perito Moreno amanhã.
Depois de alguns dias se preocupando com o pneu da moto, hoje foi um dia sem nem olhar para ele. O pneu está ótimo. Vai dar para chegar em Punta Arenas.
A definição de glaciar é quando a neve acumulada se move. Não é água congelada, e sim neve compactada. Pegamos um barco e navegamos no lago de mesmo nome por cerca de 1 hora.
Atracamos em uma rocha ao lado da geleira e fizemos uma caminhada pelas pedras de 15 minutos até alcançarmos a geleira. Vento muito forte e frio. Nesse ponto, colocamos grampões nos nossos sapatos para caminhar no gelo com segurança.
| Interior do barco |
O assunto do dia hoje foi o problema com o combustível. Estava faltando em El Chalten, mas como tínhamos o tanque cheio e 5 litros no tanque reserva, não nos preocupamos, pois daria para chegar em El Calafate. Na estrada encontramos 2 catarinenses sem combustível. Demos 2 litros para eles e continuamos a viagem. Quando saímos no hotel nos informaram que a situação crítica em El Calafate já tinha sido resolvida. Engano nosso. Quando chegamos, encontramos com dois motociclistas brasileiros que estavam na fila há mais de 3 horas e esperando o combustível que ainda iria chegar a partir das 19h, O combustível só chegou às 20:30 h e nem foi suficiente para abastecer todos os carros da fila que continuaram aguardando o próximo caminhão. A dica aqui é abastecer com o galão, pois com o galão não pega a fila de carro. Foi o que fizemos.
Tanque cheio e estamos prontos para o Perito Moreno amanhã.
Depois de alguns dias se preocupando com o pneu da moto, hoje foi um dia sem nem olhar para ele. O pneu está ótimo. Vai dar para chegar em Punta Arenas.







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